02 fevereiro 2005

Big Brother

O sol está tentando sair... aparece, some, aparece de novo... estou na torcida! :-)

Eu ando sem inspiração, como disse ontem. Mas o assunto do momento é o Big Brother de ontem. Eu não queria falar sobre este assunto polêmico, mas achei MA-RA-VI-LHO-SO aquele falso do Giuliano ter saído, ainda mais com 87% dos votos. Leu a carta do pai, chorou, pediu desculpas e continuou lá fazendo a mesma coisa... ainda admitiu que estava dando em cima da Graziele e da Natália só por causa do jogo, sendo que ele tinha namorada aqui fora! Detesto gente falsa...
Eu não costumo votar, mas no Giuliano eu votei 45 vezes e cada vez que for um daquele grupinho eu vou fazer questão de votar, principalmente no PA e na Aline, que se diz cristã e está lá fazendo tudo de errado. Fofocando sem parar e enganando as pessoas. Por isso que desisti da religião há tempos atrás. Tem muita falsidade no meio. As pessoas falam uma coisa e fazem exatamente o oposto. Posso fazer minhas orações mas não preciso de igreja nenhuma no meio do caminho.
Além da oportunidade de ver o comportamento dos concorrentes, o Big Brother tem um outro lado engraçado que são as histórias que as pessoas começam a contar. Aliás, brasileiro é muito criativo e adora histórias. Uma delas é a de que o jogador já está escolhido antes mesmo do jogo começar, quem escolhe é o Boninho. Uma outra história que está rolando agora é a de que a Marielza foi obrigada a sair porque falou demais. Ela teria feito críticas à uma suposta conexão que a Rede Globo tem com a Liga das Escolas de Samba. Com isso, a Globo teria feito um acordo para que ela fingisse o tal desmaio ou, em uma segunda versão, que teriam dado algum medicamento para que ela desmaiasse. Bom, não acredito em nada disso... :-/ Quem contou isso foi o jornalista Mauro Ventura, que ouviu de alguém. E é assim que estas histórias se propagam. :-)

As coisas aqui no trabalho andam incrivelmente chatas... a coisa mais interessante que fiz ontem foi conversar ao telefone com a Lívia, a priminha de 4 anos da Tábata. Uma gracinha... Ter criança por perto faz falta.

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